Em nota, CDL de Jequié sugere reabertura gradual e cuidadosa do comércio, fechado após decreto

Em nota, CDL de Jequié sugere reabertura gradual e cuidadosa do comércio, fechado após decreto

Atendendo solicitação de lojistas, a CDL de Jequié, por meio de nota pública emitida e encaminhada à imprensa nesta quarta-feira (1º), informou que encaminhou documento ao prefeito Sérgio da Gameleira, no dia 28 de março de 2020, em busca de informações sobre a situação do Município a partir das medidas de prevenção e enfrentamento à epidemia causada pelo Covid-19, que determinou o fechamento temporário do comércio local, dentre outras várias determinações.

Uma das medidas apresentadas pela entidade ao gestor municipal é para que ele estude a possibilidade de determinar a reabertura gradativa do comércio varejista e atacadista, ainda que em um turno, preferencialmente que coincida com o horário praticado pelos bancos, até que a situação de risco esteja sob controle, com a posterior normalidade do funcionamento.

A sugestão da CDL é que ocorra uma reabertura de forma responsável, levando em conta todas as medidas protetivas necessárias, incluindo o cuidado não somente com os colaboradores com risco ou que convivam com grupo de risco, além das grávidas, assim como para os consumidores em geral.

A flexibilização das medidas restritivas ao funcionamento do comércio, permitindo a abertura de vários segmentos, já ocorre em muitas cidades baianas. ”A CDL de Jequié reconhece e preza por todos os cuidados que precisam ser tomados em benefício da população para a inibição do contágio do coronavírus, mas não se pode deixar de entender o grave estado de emergência econômica que já se estabeleceu no comércio local, com, inclusive, demissões já efetivadas”, destaca o documento.

”A CDL de Jequié deixa claro que, a prioridade número um é a preservação de vidas, contudo, deve-se reconhecer, também, que o fechamento do comércio tem afetado enormemente as empresas que dependem de faturamento diário para seguirem ativas no mercado o que evitaria uma onda de demissão em massa”, justifica a entidade na nota. (Blogmarcosfrahm)

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