Turma da Mônica - Laços materializa principal criação de Mauricio de Sousa em produção repleta de nostalgia

Turma da Mônica - Laços materializa principal criação de Mauricio de Sousa em produção repleta de nostalgia

Criada há quase 60 anos, a Turma da Mônica é praticamente um patrimônio imaterial da infância de grande parte dos brasileiros. Há tanta memória afetiva envolvida nos personagens de Maurício de Sousa que criar um live-action a partir deles parecia um risco desnecessário.

Pressionado por uma horda de leitores de gibis e por ele mesmo – fã confesso da vida do bairro do Limoeiro –, o diretor Daniel Rezende (“Bingo”) não podia errar com “Turma da Mônica – Laços”, que estreia nesta quinta-feira (27).

Para alívio geral, o que ele entrega está, sim, à altura da obra de Mauricio. Há humor, aventura e conflitos, mas o que impera mesmo é um clima de nostalgia capaz de fazer o espectador esquecer do caos do mundo lá fora ao longo de pouco mais de 1h30.

“Fazer esse filme foi uma honra, um sonho e uma responsabilidade gigantesca, porque a gente achava que o brasileiro precisava ver esses personagens na tela grande. Todo mundo da equipe tinha um amor tão grande pelo que estava fazendo que isso, de alguma forma, está impresso ali”, diz Rezende.

Dois elementos são fundamentais para o sucesso dessa empreitada. O primeiro é a caracterização dos personagens e do cenário (houve cenas rodadas em Holambra, Poços de Caldas e Mairiporã). (Metrojornal)

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