Ana Hickmann desabafa sobre julgamento do cunhado: ‘Herói da história’

Ana Hickmann desabafa sobre julgamento do cunhado: ‘Herói da história’Foto: Reprodução/Instagram

Ana Hickmann usou as redes sociais para relembrar a tentativa de homicídio que sofreu em 2016, após um fã invadir o hotel em que estava com a assessora, Giovanna Oliveira e o cunhado, Gustavo Correa, em Belo Horizonte e atirar contra Giovanna.

Em seu perfil no Instagram a apresentadora saiu em defesa do cunhado, que matou Rodrigo de Pádua com três tiros na nuca, e será julgado em segunda instância nesta terça-feira (10). No texto a loira afirma que o cunhado é o herói da história e não deve ser condenado por ter agido em legítima defesa.

“O Tribunal de Justiça de Minas Gerais amanhã à tarde vai julgar o recurso feito pelo Ministério Público contra a decisão da juíza que absolveu meu irmão e cunhado Gustavo Correa de uma injusta e absurda acusação de homicídio. Confiamos na justiça e amanhã, se Deus quiser, os desembargadores manterão a sentença absolutória, que entendeu que meu cunhado agiu em legítima defesa. Ele foi o Herói da história, salvou a minha vida e da Giovana. Estamos desde 21/5/2016 vivendo um pesadelo sem fim com tudo isto, convivendo diariamente com traumas, dores, cicatrizes e fantasmas e o sofrimento do meu cunhado por ainda estar sendo acusado de homicídio, mas amanhã isto tudo vai acabar!!! Se Deus quiser , eu tenho fé. Queremos seguir em frente. Queremos por um ponto nesta página , porque apagar é impossível. @gutoghbc #familia #justica”

Em abril do ano passado Gustavo, que é acusado de homicídio doloso, foi absolvido do crime. Apesar da decisão da juíza Âmalin Aziz Sant’Ana, titular do 2º Tribunal do Júri de Belo Horizonte, de inocentar o empresário, o Ministério Público recorreu.

Ana ainda chegou a pedir orações para o cunhado em um texto compartilhado na manhã desta terça-feira (10). “Precisamos de força. A fé é o que nos acalma e da força. Mais uma vez temos que reviver a dor e a tortura que passamos naquele quarto de hotel, este pesadelo parece que não tem fim. Já choramos muito. O sofrimento não tem fim. O Gustavo foi um herói , nos salvou”. (Bahia.ba)

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